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Presidente do TRT e juízes visitam empresa que tem programa primeiro emprego

Cerca de 30% dos funcionários são oriundos do programa

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O presidente do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), desembargador Eduardo Sergio de Almeida, acompanhado de juízes do trabalho, fez uma visita institucional, na manhã desta quarta-feira (4), a empresa de telemarketing Liq, com sede em João Pessoa. A Liq tem cerca de mil funcionários, em um quadro onde quase metade tem menos de 25 anos e cerca de 30% são do programa primeiro emprego.

“Convidamos os juízes do Trabalho para conhecer a empresa porque queremos evoluir, fazer o melhor, gerar mais empregos. E uma das maiores alegrias que temos aqui na empresa é o programa primeiro emprego, que é uma meta contínua. São jovens com idade entre 18 e 19 anos e que, além de oferecermos o primeiro emprego, temos a responsabilidade de ajudar na formação dessas pessoas”, disse o diretor da Liq, Nelson Armbrust, acrescentando que a empresa tem, em várias sedes pelo Brasil, inúmeros casos de jovens oriundos do programa primeiro emprego que ocupam cargos de direção.

A funcionária Estefane dos Santos que começou a trabalhar há menos de um mês é uma das beneficiadas com o programa primeiro emprego. “A primeira vez que vi o computador fiquei assustada sem saber o que fazer, mas recebi treinamento e suporte necessários. Estou feliz em estar aqui, começando minha vida profissional”.

Condições de Trabalho

Acompanharam o presidente do TRT13, o juiz auxiliar da Presidência, Marcello Maia, os juízes gestores do programa Trabalho Seguro na Paraíba, André Machado (presidente da Amatra13), Mirella Cahú Arcoverde, e os juízes Luís Magalhães (vice-presidente da Amatra13), Ana Paula Cabral Campos, Lílian Leal, Rosivânia Gomes e George Falcão.

Para o juiz André Machado, a visita a empresa Liq “possibilitou que os magistrados conhecessem de perto as condições de trabalho, a estrutura organizacional da empresa e o meio ambiente de trabalho. A visita não teve nenhum caráter de inspeção, mas propiciou que os juízes conhecessem mais de perto a realidade dos trabalhadores que prestam serviços naquela empresa”.