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Advogados consideram normal o atendimento nas Varas do Trabalho

Partes estão sendo recebidas, provisoriamente, no Centro do Saber e da Cultura

Ações do documento

O segundo dia de atividades do Fórum Maximiano Figueiredo, no Centro do Saber e da Cultura, fluiu dentro das expectativas dos servidores. O atendimento a advogados e jurisdicionados está sendo realizado das 7h às 14h, e os acordos, das 8h ao meio dia. Segundo a juíza Ana Beatriz, “o funcionamento, nesses primeiros dias, está transcorrendo dentro do previsto”.

Até o próximo dia 19, advogados e jurisdicionados na primeira instância, em João Pessoa, serão atendidos por juízes e servidores do Tribunal do Trabalho da Paraíba, no Centro do Saber e da Cultura, onde funciona a Escola Judicial, localizado na avenida Dom Pedro I, 247, centro da capital, no telefone 3533.6481.

Mudança

Esta situação fora da normalidade é em decorrência da mudança de local do Fórum Trabalhista Maximiano Figueiredo, que funcionava no shopping Tambiá, para o novo prédio, localizado na rua Aviador Mário Vieira de Melo, conjunto João Agripino,às margens da BR 230. A inauguração será no dia 14 de dezembro, às 16h.

Para a chefe da Central de Atendimento do Fórum (Cenaten), Cláudia Guimarães, o atendimento está funcionando normalmente e tranquilo. Segundo ela, toda demanda está sendo suprida, até pela pouca procura em virtude das audiências que estão suspensas no fórum. Geralmente, nesta época do ano, o movimento já sofre queda, ainda mais aliado a esta mudança. “O Tribunal está fazendo um esforço que vale muito a pena porque quem procura a Cenaten está sendo muito bem atendido e tem saído satisfeito”, garantiu.

Boa estrutura

Para quem vem acompanhando as informações divulgadas pelo Tribunal através das mídias sociais, de como ficaria o funcionamento durante este período de transição, não encontrou nenhuma dificuldade. Foi o caso do advogado Albeni Paulo Galdino Júnior que declarou ter encontrado uma estrutura bem montada e com uma equipe que está atendendo num tempo regularmente considerável, mesmo numa situação provisória, com 11 Varas trabalhando com um número de pessoal reduzido por causa do espaço físico também reduzido.

Alexon Monteiro também é advogado e disse que “como toda transição, o atendimento não é como nas Varas de Trabalho, haja vista o número de funcionário estar reduzido e as pessoas precisam entender que numa situação atípica, é necessário o exercício da paciência”.

Por Satva Costa