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1ª Instância ganhou o Aud - Sistema de Sala de Audiência

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publicado: 02/01/2008 12h35 última modificação: 30/09/2016 10h21

O Aud – Sistema de Sala de Audiência começou a ser implantado na 1ª Instância do Tribunal Regional do Trabalho em julho de 2007. O sistema teve excelente aceitação por parte dos juízes e operadores de sala de audiência.

Possibilita a informatização de sala de audiência e de forma mais flexível e interativa, o operador de audiência monta a Ata. O modelo da Ata é definido individualmente, ou seja, cada juiz pode personalizar a Ata de acordo com o seu entendimento. Esse sistema permite ainda a realização da audiência mesmo com o Suap - Sistema Unificado de Acompanhamento Processual, fora do ar, podendo ainda ser feita do notebook do juiz.

De acordo com Max Guedes Pereira, agregado a implantação do Aud, a Secretaria de Informática disponibiliza novo computador com dois teclados que permite ao magistrado interagir na Ata juntamente com o operador de audiência.

O Sistema é do TRT do Distrito Federal e recebeu um novo formato na Paraíba. A equipe da Seinf responsável pelo novo formato é formada por Gustavo Wagner, Eduardo Pinelli e Luiz Eduardo.

Valores

Se seu processo trabalhista chegou à fase da execução, já bem perto do crédito ser pago e você acha que os valores estão desatualizados, fique tranqüilo. Com alguns cliques, consultando o site do TRT (www.trt13.gov.br), você atualiza os valores de acordo com as tabelas do Tribunal Superior do Trabalho.

A opção só estava disponível na Central de Atendimento ao Usuário e a Secretaria de Informática levou para a rede, atendendo a um grande volume de pedidos de advogados e partes. Decisão reformada

A Secretaria de Informática implantou um serviço que enviar aos juízes do Tribunal Regional do Trabalho de 1ª Instância, via e-mail, a certidão de julgamento do Recurso interposto e o Acórdão proferido pelo Tribunal, após publicação no Diário da Justiça, nos casos de reformulação das sentenças. O serviço deixa o juiz atualizado sobre o entendimento do Tribunal em temas mais polêmicos.

Já na 2ª Instância a Seinf está enviando e-mail para os gabinetes dos juízes que tiveram a tese jurídica vencedora durante a votação do processo. Basta acessar o link para ouvir o voto. Com o serviço, o magistrado, no momento de redigir o acórdão, não precisa solicitar a fita de gravação para recuperar detalhes da votação.