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Coletor instalado no TRT recolhe quase 50 quilos de pilhas inservíveis

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Mais de 47 quilos de pilhas e baterias inservíveis foram recolhidos do coletor instalado na Área de Integração Cultural do Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba. Os Serviços Gerais  implantaram o Projeto Papa-pilhas e vem desenvolvendo esse trabalho conforme orientação do Programa de Responsabilidade Sócio-Ambiental, que visa proteger o meio ambiente das contaminações causadas por esses agentes químicos.


O diretor de Serviços Gerais, Baltazar Pequeno, em cumprimento da Resolução Conama nº 401 de 04.11.2008, realizou a entrega de todo material ao Banco Real, agente receptor, e encaminhará para São Paulo para uma destinação ambientalmente adequada, de responsabilidade do fabricante ou do importador.


“Proteger o meio-ambiente é nossa obrigação e nós estamos fazendo a nossa parte. Estamos ajudando nesta campanha de educação ambiental para proteger esta e as futuras gerações. A humanidade precisa de um planeta saudável”, disse Baltazar Pequeno, diretor dos Serviços Gerais.

Gestão Ambiental
O Tribunal Regional do Trabalho tem, ao longo de sua história, privilegiado uma ação administrativa conectada com a responsabilidade sócio-ambiental, na forma de atitudes inspiradas nos pressupostos da sustentabilidade e de promoção da consciência ecológica.

Em abril de 2008 foi criada a Comissão Permanente de Gestão Ambiental - CPGAM, através do Ato TRT GP nº 99/2008, com o objetivo de materializar e coordenar um planejamento de Gestão Sócio-ambiental, em atenção à recomendação nº 11 do Conselho Nacional de Justiça.

Em 2008, uma das ações ambientais efetivadas pelo TRT foi o Projeto Papa-pilhas, que consistiu da instalação de um depósito para armazenagem de pilhas e baterias usadas, confeccionado com material reutilizado das sobras da marcenaria do órgão, na Área de Integração Cultural do edifício-sede.



O projeto, que é uma parceria entre a Comissão Permanente de Gestão Ambiental e os Serviços Gerais, tem o objetivo conscientizar servidores, magistrados e jurisdicionados, bem como a população em geral, da necessidade de praticar um descarte adequado de pilhas e baterias usadas de celulares, telefones sem fio, laptops, relógios, calculadoras, câmeras, filmadoras, controles remotos, brinquedos, entre outros.

Esses acumuladores químicos, se jogados a ermo e sem a devida reciclagem, liberam no terreno substâncias chamadas de metais pesados, tais como mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, níquel e lítio. Em 2009 o TRT fez a primeira entrega das pilhas e baterias depositadas no papa-pilhas do edifício-sede. Foram aproximadamente 30 Kg.