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Depois de três dias, TRT encerra debates sobre Processo Eletrônico

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publicado: 09/06/2010 16h40 última modificação: 30/09/2016 10h17

O painel multidisciplinar “O CNJ e as Perspectivas do PJE”, apresentado pelo juiz federal Paulo Cristóvão Araújo Filho, que está atuando como auxiliar do CNJ, Cláudio Feijó, assessor-chefe ASTIC-CSJT e Walcênio Araújo da Silva, coordenador de processos eletrônicos do Tribunal Superior do Trabalho, foi a primeira atividade desta quarta-feira no I Congresso Brasileiro sobre Processo Judicial Eletrônico Trabalhista.







O juiz Paulo Cristóvão é paraibano e filho da juíza Margarida Araújo, titular da 1ª Vara do Trabalho de João Pessoa. Na palestra ele demonstrou as etapas que o CNJ já venceu e está cumprindo em relação ao processo eletrônico.

 A Conferência Jurídica “As novas tecnologias e a efetividade da execução trabalhista” encerrou nesta quarta-feira, 8, a parte científica do I Congresso Brasileiro sobre Processo Judicial Eletrônico Trabalhista, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba, realizado pela Escola Judicial e que aconteceu em Campina Grande.

Proferida pelo juiz do Trabalho da Paraíba Wolney de Macedo Cordeiro, a conferencia teve como debatedora a desembargadora Eneida Melo, presidente do Tribunal do Trabalho de Pernambuco e coordenadora do Colégio de Presidente dos TRTs.





O juiz Wolney Cordeiro defendeu a implantação do processo eletrônico em toda a Justiça por ser ágil e efetivo. Segundo ele, vale a pena enfrentar os desafios para a implantação desse novo modelo. Defendeu a automatização de várias etapas do processo sem papel, para que determinados atos judiciais aconteçam automaticamente, como por exemplo o bloqueio de valores em conta corrente de devedores de créditos trabalhistas.

Coordenadora do Coleprecor é  debatedora

Como debatedora a desembargadora Eneida Melo saudou o entusiasmo do juiz Wolney com a nova tecnologia à disposição da Justiça. Ela lembrou que a humanidade já enfrentou grandes mudanças em sua historia e a passagem do processo físico para o eletrônico é um desses momentos históricos de transformações trazidos pela tecnologia. A desembargadora concluiu dizendo que “é muito importante cobrar a efetividade do processo porque o juiz sofre em saber que a sua decisão não atingiu o objetivo”.





O juiz Ubiratan Delgado presidiu a mesa e agradeceu a confiança do TRT na indicação dele para presidir a comissão organizadora, que teve como vice o juiz Lindinaldo Marinho. O Congresso teve o patrocínio da Caixa e apoio da Associação dos Servidores da Justiça do Trabalho - Astra 13 e Federação das Indústrias da Paraíba – Fiep.