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Tribunal faz primeira reunião do ano sobre Planejamento Estratégico

Ações do documento

publicado: 25/01/2011 08h43 última modificação: 30/09/2016 10h16


                Diante da necessidade de comprometimento de todos os gestores no cumprimento das metas nacionais e institucionais estabelecidas no Planejamento Estratégico do Tribunal do Trabalho da Paraíba, magistrados, diretores, assessores e secretários se reuniram no auditório da Astra – Associação dos Servidores do Trabalho, na semana passada. O objetivo foi dar conhecimento aos novos gestores que assumiram no início deste mês.

                Depois de dar as boas vindas aos novos gestores, o vice-presidente do TRT, desembargador Carlos Coelho, que fez a abertura do evento, lembrou a tragédia provocada pelas fortes chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Com planejamento, talvez nada daquilo tivesse acontecendo”.

                A reunião, conduzida pelo assessor de Gestão Estratégica, Samuel Norat, tratou da execução do Planejamento Estratégico e mostrou o que vinha sendo feito por algumas secretarias desde o ano passado.

 

Proposta

                Dentro da proposta da AGE, Samuel Norat disse que, na continuidade da execução do PE, será necessário o engajamento de todos os gestores da forma mais participativa possível. “Entre as ações vamos realizar o acompanhamento da STI – Secretaria de Tecnologia da Informação e Segepe – Secretaria de Gestão de Pessoas, além de fazer reuniões periódicas e visitar as unidades para constatar o comprometimento e a contribuição de todos para a execução do Plano e fazer as devidas correções”.

               

Encerramento

                O presidente do TRT, desembargador Paulo Maia Filho fez o encerramento do evento dizendo que, para o cumprimento do que está estabelecido é preciso propostas. “Espero que vocês não estejam aqui apenas por imposição da administração, mas com o propósito de encontrar soluções para os problemas. Que seja um por todos e todos por um”.

                 Para o magistrado, o mais importante entre os gestores é ter em mente que não se trata apenas de uma determinação do CNJ. “Não podemos elaborar e engavetar. O papel tem que ser realizado, concretizado”, observou.