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Programação do ‘Outubro Rosa’ prossegue nesta sexta (14)

Roda de conversas acontece a partir das 9h no auditório do Pleno

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Dando continuidade à programação do Outubro Rosa no Tribunal do Trabalho da Paraíba, a Secretaria de Gestão de Pessoas realiza hoje (14) uma rodada de conversa com a mastologista Eulina Helena Ramalho de Souza, às 9h, no auditório do Pleno. Não será uma palestra. No evento serão retiradas as dúvidas relacionadas ao câncer de mama e sua prevenção.

A cura do câncer se sustenta em três pilares: prevenção informação e tratamento precoce. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e mais comum entre as mulheres, respondendo por 20,8% de casos novos a cada ano. No Brasil, as taxas de mortalidade continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença só é diagnosticada em situações avançadas.

O autoexame das mamas, com apalpação do peito para verificar a presença de nódulos não pode ser o único método de prevenção, pois não é eficiente para a detecção precoce do câncer. Se o nódulo já atingiu tamanho palpável, significa que a doença não está mais no estágio inicial.

Mamografia

Só a mamografia permite a detecção precoce do câncer, ao mostrar lesões em fase inicial muito pequenas. O exame deve ser feito a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendações médicas. A lei 11.664/2008 está em vigor desde abril de 2009 e estabelece que todas as mulheres têm direito à mamografia a partir do 40 anos de idade.

Engajamento

Desde o dia primeiro deste mês, o TRT está engajado na campanha Outubro Rosa, que este ano tem como tema: “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”. Todas as noites deste mês, sua fachada é iluminada na cor rosa com o objetivo de fortalecer as recomendações para o diagnóstico precoce e rastreamento do câncer de mama. E no hall de entrada, um banner chama a atenção dos magistrados e servidores. Em função da economia de energia, a luz ficará acesa até as 21h.

Depoimentos

No início desta semana, muitas servidoras tiveram a oportunidade de conhecer histórias de mulheres diagnosticadas precocemente, mas que venceram a batalha contra a doença. Mulheres que fazem parte do Grupo Mãos que Acolhem, uma Organização não Governamental, cujo propósito social é apoiar pacientes acometidos com a doença e seus familiares durante o tratamento, fizeram relatos, conversaram e cantaram no auditório do Pleno.

Superação

A presidente e fundadora do grupo, Jeane Santos Silva, após descobrir um tumor maligno através do autoexame justamente no período em que amamentava sua filha recém-nascida, contou que enquanto passava pelo difícil processo de recuperação depois da retirada do seio, percebeu o quanto foi importante o papel de pessoas voluntárias nas suas horas de grandes dificuldades. A ONG já existe há quatro anos e acolhe mais de 40 mulheres diagnosticadas com câncer de mama.

Outro momento de grande emoção foi o da professora e palestrante em superação, Mauricélia Moisés da Silva. Diagnóstica em 2010 com câncer, foi submetida a uma cirurgia para a retirada completa de uma das mamas, mas não se abateu. Passou por todo o processo e venceu a doença.