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Tribunal da Paraíba recebe Selo Ouro de eficiência em Brasília

Premiação foi conferida pelo CNJ

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 O Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região) recebeu nesta segunda-feira (5), em Brasília, o Selo da Justiça em Número categoria Ouro. No total, 73 tribunais receberam a premiação distribuída nas categorias Diamante, Ouro, Prata e Bronze. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também recebeu o Selo de Ouro.

A entrega das honrarias aconteceu na abertura do 10º Encontro Nacional do Poder Judiciário, na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. O TRT da Paraíba foi representado pelo juiz auxiliar da Presidência, Antônio Eudes Vieira Júnior e pelo diretor da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) Max Frederico Feitosa Guedes Pereira.

O Encontro Nacional do Poder Judiciário foi aberto pela presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia e a mesa da solenidade de premiação do Selo Justiça em Números foi presidida pelo conselheiro Bruno Ronchetti, presidente da Comissão Permanente de Gestão Estratégica, Estatística e Orçamento do CNJ e por Maria Tereza Sadek, diretora executiva do Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça.

Excelência

“O selo representa o esforço do Tribunal na busca da excelência dos serviços prestados à sociedade. É fruto do empenho de todos, com destaque especial nas pessoas do presidente, desembargador Ubiratan Delgado, e do servidor Max Frederico Guedes Pereira, aqui representando magistrados e servidores envolvidos nesse projeto”, disse o juiz auxiliar da Presidência, Antônio Eudes Vieira Júnior.

Para participar da premiação, o TRT13, via Assessoria de Gestão Estratégica, abriu um projeto estratégico intitulado Selo Justiça em Números, que teve o servidor Ronaldo Costa como gestor. “O projeto coordenou e organizou todos os dados para que pudéssemos inscrever o TRT13 e hoje ter a felicidade de receber o prêmio Justiça em Números com o Selo Ouro. Esse selo vem premiar a administração do Tribunal, que tem focado em uma melhor prestação jurisdicional e administrativa”, disse o diretor da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) Max Frederico Feitosa Guedes Pereira.

Dificuldades da Justiça do Trabalho

Na abertura do 10º Encontro Nacional do Poder Judiciário, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Filho, afirmou que a Justiça do Trabalho, que completou 75 anos de existência, teve seu desempenho qualitativo comprometido pelo corte de 30% em seu custeio e de 90% em seu investimento. “O Processo Judicial Eletrônico (PJe) já está em 100% na Justiça trabalhista, e cortar investimento em informática e manutenção é simplesmente parar a Justiça”, disse o ministro Gandra. Segundo ele, por conta da redução de verba, houve cortes de 2.500 estagiários e de 2.500 terceirizados. Além disso, os tribunais passaram a fechar mais cedo, reduzindo o número de audiências. “Mesmo assim, vários Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) estão recebendo hoje o selo do CNJ, porque fizeram das tripas, coração, do limão, limonada”, ressaltou o ministro. Para ele, a celeridade é fundamental já que, se a sociedade não confia numa solução rápida dos problemas, ela tende a fazer Justiça com as próprias mãos. “Vamos estabelecer metas desafiadoras, mas metas realistas”, disse o ministro.