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Desembargadores falam sobre novo Fórum do Trabalho

Placas homenageiam magistrados e servidores

Ações do documento

No edifício do Fórum Maximiano Figueiredo, duas placas eternizam o esforço das gestões administrativas que lutaram para a construção da nova casa da Justiça do Trabalho de primeira instância em João Pessoa. Uma placa cita os desembargadores, em cujas gestões a obra foi idealizada e executada.

O prédio foi construído em terreno doado pelo Exército brasileiro, passando pelas gestões dos desembargadores Afrânio Neves de Melo, Ana Clara de Jesus Maroja Nóbrega, Edvaldo de Andrade, Paulo Américo Maia Filho, Carlos Coelho de Miranda Freire, Ubiratan Moreira Delgado e concluída na atual gestão do desembargador Eduardo Sergio de Almeida.

Em outra placa, o reconhecimento aos servidores do Regional que atuaram na obra. O edifício leva a assinatura do arquiteto e urbanista Bivar Olyntho e dos engenheiros Ciro Fernandes, Clóvis dos Santos Lima, Émerson Santos, Fábio Lucena, Francisco Costa, Gibson Rocha Meira e Roberto Ronald Mousinho.

Em seu discurso, o presidente do TRT13, desembargador Eduardo Sergio de Almeida, prestou uma homenagem aos servidores em nome do arquiteto Bivar Olintho: “O arquiteto, Bivar Olintho, como profissional da Arquitetura, deixou sua marca no planejamento e na realização dos serviços de construção e de instalação do Fórum, intervindo, sempre que necessário, em busca de soluções mais adequadas aos objetivos do edifício, frente às mutações que as rápidas transformações tecnológicas exigiram ao longo da década, que mediou o planejamento e a construção do edifício. Na pessoa dele, homenageamos e agradecemos a todo corpo técnico, jurídico e administrativo deste Tribunal, envolvido, de algum modo, na construção da nova sede”.

Depoimentos dos desembargadores

Na festa de inauguração, o desembargador Afrânio Melo, ex-presidente do TRT, externou sua alegria ao ver o prédio concluído: “Me sinto extremamente feliz e gratificado em estar aqui. Lançamos a pedra fundamental desta construção depois de adquirir o terreno via Exército Brasileiro dando início à obra e os colegas desembargadores que me sucederam, cada um deu a sua contribuição para estarmos hoje aqui, em festa”, disse.

A desembargadora Ana Clara de Jesus Maroja Nóbrega destacou a realização do sonho acalentado pela Justiça do Trabalho, que era ter sede própria para as Varas na capital do estado. “A continuidade administrativa garantiu a entrega deste prédio elegante mas sem suntuosidade, extremamente funcional, que garante aos servidores melhores condições de trabalho, favorecendo a melhor prestação jurisdicional e acessibilidade ao jurisdicionado. Sinto-me gratificada em ter feito parte desta história”.

O ex-presidente do TRT13, desembargador Edvaldo de Andrade disse estar feliz por ter dado “alguma contribuição para que essa obra chegasse ao ponto que hoje se encontra. E vê-la construída é uma alegria maior ainda porque parecia ser um sonho impossível por conta das questões burocráticas. Mas tudo foi superado de modo que nós estamos com o nosso prédio concluído que, apesar de simples, é muito funcional”.

O desembargador Paulo Américo Maia Filho disse que “ver esse sonho realizado é muita satisfação porque, no final das contas, dei uma contribuição. Fiquei mais feliz ainda porque vi que foi adotada a ideia que apresentei, da construção de um auditório”.

Carlos Coelho de Miranda Freire, ex-presidente do TRT, disse que “ver o prédio sendo inaugurado, pra mim, é uma grande alegria porque foi uma luta muito grande, que se estendeu a partir de 2009 e que agora podemos ver tudo muito bem feito e terminado, um presente para a nossa Paraíba”.

O desembargador Ubiratan Moreira Delgado disse que participou da segunda etapa da obra. “Como disse o presidente Eduardo Sergio, foi uma obra coletiva, todos nós nos esforçamos muito e aqui tem as mãos, o suor, o esforço e, por que não dizer, até as lágrimas de muita gente que trabalhou nesta construção, desde os que lançaram cal e cimento, àqueles que administraram o Tribunal, passando pelas várias gestões e por todos os servidores que contribuíram com esta obra”.

Por Satva Costa