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Correição registra resultados expressivos nas Varas de Catolé do Rocha, Picuí e Patos

Unidades passaram pela correição ordinária no último mês de abril

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O mês de abril marcou no calendário da Corregedoria Regional do Tribunal do Trabalho da paraíba (13ª Região (as correições ordinárias nas Varas do Trabalho de Patos, Catolé do Rocha e Picuí. Neste mês de maio vão passar por correição as Varas do Trabalho de Campina Grande.

Nos trabalhos desenvolvidos em Patos, destaque para as conciliações em processos que estão no Tribunal Superior do Trabalho (TST) pendentes de apreciação de Recurso de Revista. Na pauta estavam 12 processos, em audiências conduzidas pelo juiz auxiliar da Corregedoria, Paulo Roberto Vieira Rocha.

Na ata da correição foi registrado o cumprimento da Meta 1/2018 do CNJ (131,75%), o que vem se repetindo neste exercício de 2019 (109,49%), bem como a Meta 2/2019 (101,42%), fato a demonstrar o comprometimento da Vara com objetivo estratégico de fundamental importância para o Tribunal. Também foi constatada uma significativa redução na taxa de congestionamento da fase de conhecimento – de 43% em 2017 para 20% no exercício de 2018.

Na correição em Patos foi adotado um plano de trabalho em conjunto com a Corregedoria para movimentar processos pendentes e designado um juiz para atuar na pauta de audiências e prolação de sentenças.

Catolé do Rocha

Em Catolé do Rocha, o corregedor regional, desembargador Leonardo Trajano, ressaltou a regularidade da atividade judicial, a padronização de procedimentos, o correto ordenamento dos autos e a clareza procedimental na unidade. Foi constatada a redução da taxa de congestionamento da fase de execução, de 64% em 2017 para 44% no exercício de 2018, pelo índice alcançado na Meta 1/2017 (143,62%) e pelo índice de 108,09% que vem alcançando na Meta 2/2019.

Picuí

O desempenho da Vara do Trabalho de Picuí mereceu destaque pelo ótimo índice alcançado na Meta 1/2018 do CNJ (208,23%), como também o índice de 104,61% em relação à Meta 2/2019. Observa a Corregedoria que a unidade apresentou uma significativa redução na taxa de congestionamento da fase de conhecimento – de (50%) no ano de 2017 para (– 56%) no exercício de 2018.

O desembargador Leonardo Trajano ressaltou um ótimo percentual no índice de conciliação de 54,28%, acima da média do Regional, destacando-se, ainda, pelo índice parcial da Meta 3 do CNJ que já vem alcançando 148,86%. A Vara apresentou redução no tempo médio de duração do processo, especificamente do início da fase até o encerramento da execução, de 1.025 dias em 2017 para 968 dias no ano de 2018.

Jaquilane Medeiros