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TRT realiza audiência por videoconferência e evita viagem e gastos

Audiência foi dirigida pela juíza Francisca Poliana Aristóteles Rocha de Sá

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Os 304 quilômetros que separam as cidades de Patos, no sertão da Paraíba, e a capital João Pessoa, não impediram a realização de uma audiência para tentativa de acordo em uma Ação Civil Coletiva por meio de videoconferência a partir da sala de audiência da Vara do Trabalho de Patos e a sala de reuniões da Secretaria de Saúde do Estado.

Sob a presidência da juíza Francisca Poliana Aristóteles Rocha de Sá, a audiência de instrução reuniu os representantes do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Paraíba em Patos, do Sindicato dos Médicos do Estado da Paraíba, da Secretaria Estadual da Saúde, da Procuradoria-Geral do Estado e da Controladoria-Geral do Estado, em João Pessoa.

A audiência aconteceu no último dia 19, relativa a Ação Civil Coletiva ajuizada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Paraíba contra o Instituto Gerir.

Apesar de não ter havido acordo, o procurador-geral do Estado, Fábio Andrade agradeceu ao TRT pela oportunidade de realização da audiência por meio de videoconferência. “O uso da tecnologia que o Tribunal adotou favoreceu muito, já que permitiu a presença de 3 secretários estaduais na audiência”, disse.

A secretária-executiva da Saúde, Renata Valéria Nóbrega considerou de extrema importância a realização da audiência por videoconferência. “O importante é reduzir custos, otimizar o tempo e manter as regiões conectadas”, observou. Da sala de sessões da Vara de Patos a magistrada ouviu, com clareza e nitidez, a testemunha do Sindicato dos Médicos que estava na Secretaria da Saúde em João Pessoa.

A tecnologia utilizada pelo TRT da Paraíba permitiu que a distância entre as duas cidades se tornasse inexistente. A audiência com as partes e testemunhas aconteceu no mesmo dia sem a necessidade de viagens ou gastos.

Em manifestação registrada na Ouvidoria do TRT, o advogado Adílson de Queiroz Coutinho Filho elogiou a iniciativa da juíza Francisca Poliana Aristóteles Rocha de Sá, que realizou, por videoconferência, a audiência nos autos da Ação Civil Coletiva, reduzindo custos e impondo celeridade processual.

Jaquilane Medeiros