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O TRT da Paraíba e as histórias de três décadas e meia de três servidores

Primeiros servidores falam do início da carreira

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publicado: 20/10/2020 11h49 última modificação: 20/10/2020 12h43

Um Tribunal com três décadas e meia de existência e com muitas histórias para contar. Um tribunal fincado na certeza de que trabalha com empenho para atender ao seu público com rapidez, qualidade e transparência. Uma instituição alicerçada no orgulho dos seus magistrados e servidores.

Assim é o Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região), que neste último domingo (11) completou 35 anos de instalação. A administração do TRT propôs uma volta ao tempo e resgatou as impressões de 3 guerreiros que estavam na instituição naquela sexta-feira, 11 de outubro de 1985 e que estão na ativa até hoje.

Esses três mosqueteiros, todos motoristas, guiaram e guiam servidores, magistrados e autoridades pelas estradas e cidades do estado para o cumprimento das tarefas que resultam no engrandecimento da instituição. Ednaldo Barbosa de Sousa, Heraldo Carvalho Pereira e João Gonçalves de Oliveira podem ser considerados como três mosqueteiros que, aqui, representam a todos, a instituição.

Conquistas

“Poder falar um pouco da história do Tribunal do Trabalho da Paraíba é uma grande honra”, disse o servidor Ednaldo Barbosa de Souza, feliz por completar 35 anos como servidor e um dos fundadores da instituição na Paraíba. Para ele, o mais importante é agradecer a Deus a oportunidade conquistada por meio de concurso de fazer parte do Regional paraibano desde o dia 11 de outubro de 1985.

Um concurso feito para o INSS pelo Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), remanejou 10 aprovados para fazer parte do quadro de motoristas do TRT quando ainda não existiam muitos carros, apenas uma Kombi e um Fusca, como lembrou Ednaldo Souza. Hoje muita coisa mudou e passaram de motoristas para agentes de segurança. “Tenho orgulho de ter conduzido, oficialmente, cinco presidentes do TRT”, disse, destacando que se dedica ao Regional até nos finais de semana e feriados quando vai para a Sede apenas para conversar com os seguranças. Além de juízes e alguns poucos funcionários, Alberto Wagno da Silva, Ednaldo Barbosa de Souza, Heraldo Carvalho Pereira, Ivonaldo Soares da Silva, João Gonçalves de Oliveira, João Carlos de Souza Chaves, José Pires Benjamim, Luiz Carlos Almeida Pinto, Marcos Antônio Coutinho Figueiredo e Willams César Nunes, foram os primeiros funcionários do TRT. Dos citados, dois já são falecidos, outros três aposentados e um está à disposição do TRE.

Sem uniforme

Em seu relato, Heraldo Carvalho Pereira disse que nesses 35 anos muita coisa mudou, mas mudou para melhor. “No início não tínhamos nem uniforme para conduzir o presidente Paulo Pires, que foi um grande administrador que o TRT teve”. Ele aproveitou para agradecer ao presidente Wolney de Macedo Cordeiro pelo reconhecimento do trabalho prestado pela categoria nos 35 anos de existência da instituição. “Eu gostaria de agradecer ao presidente do TRT, Wolney de Macedo Cordeiro pela oportunidade de poder falar um pouco da história do TRT, onde sou um dos fundadores.

Ampliação

"Tenho honra de ser servidor do Tribunal. Quando comecei a trabalhar costumava ficar junto com os colegas em baixo de um pé de jambo, no jardim da instituição, porque os veículos eram poucos e foram chegando devagar. Tudo o que eu consegui na minha vida, agradeço a Deus e ao Tribunal e hoje agradeço também ao presidente Wolney de Macedo Cordeiro pelo reconhecimento do nosso trabalho", disse João Gonçalves de Oliveira.

Emocionado, João Gonçalves lembrou de um fato marcou sua trajetória de servidor. “Lembro-me quando uma churrascaria que estava instalada ao lado do Tribunal foi demolida para que o TRT fosse ampliado. Vi o órgão em que eu trabalhava crescendo e é uma das minhas melhores lembranças. Eu tenho muito orgulho de fazer parte do TRT”.

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José Vieira Neto/Jaquilane Medeiros

Postado por Eduardo Pinelli