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Secretário-geral judiciário do TRT-13 é escolhido como membro do Centro Nacional de Inteligência da JT

Renan Cartaxo é um dos cinco servidores de TRTs a participarem do grupo operacional do CNIJT

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publicado: 26/05/2022 11h48 última modificação: 31/05/2022 08h23

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Nome de Renan Cartaxo foi escolhido para compor CNIJT durante a última reunião ordinária do Coleprecor

O Secretário-geral Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região), Renan Cartaxo Marques Duarte foi escolhido como um dos servidores a integrarem a composição da gerência nacional do Centro Nacional de Inteligência da Justiça do Trabalho (CNIJT). A decisão foi tomada por membros do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor) durante a 4ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada em Brasília.

A criação do Centro Nacional e dos Centros Regionais de Inteligência da Justiça do Trabalho atende a Resolução 312/2021 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e tem como objetivo monitorar demandas judiciais, visando prevenir o ajuizamento de demandas repetitivas ou de massa. “Às vezes, temos tribunais agindo em processos muito semelhantes, com decisões que poderiam ser tomadas de maneira uniforme, encontrando soluções de maneira conjunta, economizando tempo e tornando a justiça mais célere”, explicou Renan Cartaxo.

Este monitoramento será feito pelo CNIJT a partir de relatórios elaborados pelos Centros Regionais de Inteligência, com a finalidade de propor soluções para os conflitos e prevenir futuros litígios. Integram o Grupo Decisório do CNIJT o presidente do CSJT, que o preside, a vice-presidente do Conselho, o corregedor-geral da Justiça do Trabalho e cinco desembargadores indicados pelo Coleprecor, que são presidentes das Comissões Gestoras dos Núcleos de Gerenciamento de Precedentes.

Renan Cartaxo salientou que o caráter do Centro Nacional de Inteligência da Justiça do Trabalho não é tecnológico, mas que soluções tecnológicas podem vir a se tornar ferramentas importantes para resolver imbróglios. “Um exemplo seria a possibilidade da criação de um sistema de inteligência artificial que buscaria e cruzaria processos, fazendo uma análise com o propósito de identificar essas demandas similares. Seria mais uma maneira de supervisionar e fomentar a integração entre todos os centros de inteligência no âmbito da Justiça do Trabalho”, completou o secretário-geral judiciário do TRT-13.

André Luiz Maia
Assessoria de Comunicação Social TRT-13